domingo, 20 de fevereiro de 2011

Bolo de banana e nozes


Para acabar com 2 bananas escuras como breu que jaziam na fruteira. Às 2 bananas, juntaram-se 6 ovos, 2 chávenas de farinha, 1/3 chávena de óleo, 1 chávena de nozes em metades, outra de açúcar e cerca de 2 colheres de sopa de leite condensado (temi que ficasse um bolo demasiado doce, pelo que o açúcar foi reduzido).
Depois de cozido a 200 ºC no tabuleiro inferior do forno, por uns 40 minutos, cá está ele, polvilhado com açúcar em pó.


Queria ter escrito um post mais jeitosinho, mas ainda tenho de trabalhar mais um bocado hoje, não sem antes me servir de outra fatia, com uma boa colherada de iogurte grego…

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Filetes de linguado com couve roxa e muamba


Uma receita enquanto traço mais uma gaufre, a segunda de hoje, não posso ter disto em casa, ainda por cima de chocolate…

Queria preparar filetes de linguado, queria gastar uma couve roxa, queria experimentar a muamba (neste caso, o molho de nozes de palma, não o guisado).


Adicionei meia lata de muamba a azeite com alho e cebola a estalar, acrescentando água suficiente para cozer os filetes (basta ficarem cobertos até ao meio). Estes foram vagamente salpicados com sal e pimenta, e enrolados em folhas de couve roxa, prendidas com palitos. São cozidos em lume brando, mergulhados no caldo de muamba, à conversa com uma mão cheia de feijocas (estas que aparecem aqui), durante uns 30 minutos ou mais. Pode parecer feio, mas fica bom!

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Tarte de banana, kiwi e creme fraîche




El unico fruto del amor es la banana, es la banana, garantia a canção de Luchito Rock.
Cumprido o momento brejeiro do blog, passemos à receita.
A base: massa folhada.
O recheio: 1 pacote de creme fraîche, 6 ovos, 2 colheres de sopa de maisena, 1 chávena de açúcar, sumo de 1 lima pouco sumarenta.
A fruta: 3 bananas, 1 kiwi às rodelas e algumas cerejas esquecidas no frigorífico, colocados displicentemente por cima do recheio já na forma. Polvilha-se com açúcar baunilhado e leva-se ao forno a 200 ºC, no tabuleiro inferior, durante uns 40 minutos.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Pudim de papaia

Reparem, plagio-me a mim mesma: este “fudim”, como diria a nossa bela Tuquinha, que decerto conhecem (claro que conhecem, nós formamos uma espécie de clube, como o da Luluzinha, mas mais chique ;) (se alguém desgostou da pertença ao clube, eu não me estava, obviamente, a referir a si...)), ia dizendo, este “fudim” foi feito com base na fórmula deste aqui. A alteração foi a polpa de fruta, neste caso, papaia, e a quantidade, porque utilizei uma lata de polpa. Acrescentei ainda 2 colheres de sopa de maisena. A quantidade dos ovos (6) foi a mesma, bem como a do açúcar (1 chávena).

Como em tanta coisa na vida, o que importa é conhecer a fórmula e depois ir adaptando ou, como diria, agora, aquela personagem dos Monty Python, "adopt, adapt and improve"!


Passem um excelente sábado!

A mini-praia dos meus gatos cá em casa.

Sim, tem mesmo uma toalha de praia ;)



quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Gente esquecida que morre sozinha.
Doentes entregues em lares, como cães em canis.
É isto que querem?

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Bolo de arroz e ricotta




O queijo ricotta fica mesmo muito macio e com um sabor suavíssimo num bolo. E a farinha de arroz lembra os bolos de arroz que eu comia em miúda (a minha mãe não me deixava comer bolos de pastelaria com creme, por não os considerar saudáveis. A anos-luz desses tempos, acho que ela tinha muita razão!)

Para um bolo que dure o fim-de-semana, 6 ovos batidos com 2 chávenas de açúcar, 1 embalagem de ricotta, 1 chávena de farinha de arroz, 1 chávena de farinha de trigo e um pouco de raspa de limão.

Cozeu a 180 ºC, durante não reparei quanto tempo, numa forma que tinha meio esquecida. Achei que o bolo podia desenformar mal por causa do formato, mas, não, saiu todo afoito! A fotografia não deixa adivinhar o bom que ele está!


sábado, 5 de fevereiro de 2011

Natas azedas, vinagre de espumante e mostarda em pó


Já experimentei e adorei o vinagre de espumante. É ligeiramente frutado. A mostarda em pó e as natas azedas serão estreadas brevemente ;)

Aproveito para mostrar o sumo oferta do Continente Online. Muito bom, muito refrescante!


Beijinhos e bom weekend!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Sopa de abóbora e agrião


Ano novo e vida velha. Continuo sem tempo para o post diário, o tal que mantém o psiquiatra afastado, como garanto no subtítulo do blogue. Bom, o homem continua a milhas, mas tenho mesmo pena de não conseguir postar mais. Adiante, avante!
A base da sopa: azeite a estalar com alho, cebola, pouca batata, uma boa porção de abóbora e 2 cenouras pequenas - espero não me olvidar de algum ingrediente, mas já fiz esta sopa no sábado.
Em cima, água a ferver e um coador de rede com o agrião. O tempero: sal, pimenta e cominhos. Legumes cozidos, varinha do mais mágico possível neles. No final, é só adicionar os agriões cozidos e, se der tempo, deixar ferver mais 1 minuto.


Agora, uns selos maravilhosos, este oferecido pela bela Honey, cujo blog, se não conhecem, vão adorar conhecer:
E este pela linda Carla, uma menina que cria bolos absolutamente mágicos:

E ainda este da querida Sarinha, uma menina super-talentosa:

Sei que mereço ser chibatada por isto,
mas passo-os, mais uma vez, a todas!!!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Guacamole


Este guacamole foi feito pelo meu marido (não pode ser sempre a madame a fazer tudo!) e saiu mesmo bem! A receita é do livro “Entre Pratos", de Henrique Sá Pessoa, e transcrevo-a ipsi verbis:

Ingredientes: 2 abacates maduros, 2 limas (sumo), q.b. tabasco, sal e pimenta, ½ cebola picada, 2 colheres de sopa de coentros picados, 1 colher de chá de alho picado, 3 colheres de sopa de crème fraîche

Preparação:
1 – Descascar os abacates e esmagar bem a polpa com a mão ou com um garfo.
2 - Juntar o resto dos ingredientes e mexer bem.


Está pronto o guacamole! Na receita de Sá Pessoa, era servido com tortilhas, mas nós servimos com cones de milho e nachos. E só gastámos um abacate. Bem sei, o aspecto está duvidoso, até ligeiramente fúnebre, mas assevero-vos de que é uma delícia, muito refrescante! Como diriam no "Hell’s Kitchen", thank you, chef!!!