segunda-feira, 31 de maio de 2010

Bolo de iogurte com chantilly de morangos


Quem é mais amigo? O que nos passa a mão na cabeça com um “cha-laaa” ou o que mete nojito e nos diz que vamos mal, que o melhor é mudarmos de direcção? O que acham?
Há uns bons anos, uma amiga queixou-se de que eu não a “chamava a atenção”. Gostei que mo tivesse dito (chamando-me, ela sim, “a atenção”), porque, de facto, passar mãos na cabeça, vendo que a pessoa está errada, de nada serve. A menos que não gostemos da pessoa e nos borrifemos para ela, claro.



Mudando radicalmente de assunto, o bolo deste fim-de-semana foi quase igual ao último que fiz, mas a cobertura foi diferente, porque comprei uma tonelada de morangos e tinha de gastar os mais maduros. Então, parafraseando-me a mim própria, “a facilidade do costume: é bater 6 gemas de ovos com 2 chávenas de açúcar + 2 chávenas de farinha + 1 colher de chá de fermento + 1 iogurte + 1/2 chávena de óleo + 6 claras em castelo.”
Por cima, morangos maduros batidos com 1 pacote de natas e 2 colheres de sopa de açúcar.

Esta boleira estava em oferta na Makro na compra de queques (ofereci-os, só me interessava mesmo a boleira!):


Sabem que mais? Nunca mais é Inverno!

domingo, 30 de maio de 2010

Empadão de peixes e grelos


Olá, minhas ricas meninas!

Ontem fui ao Bolhão. Conhecem? É um mercado maravilhoso e centenário na baixa do Porto, onde já ia em pequena com a minha mãe, e a minha mãe ia também com a mãe dela. Lembro-me, por exemplo, de que a minha avó comprava morcelas a uma “senhora de confiança"! São memórias bonitas e pitorescas, sobretudo num tempo (ou então numa idade...) em que alguns de nós sentimos que já não temos muitas pessoas em quem confiar (por vezes, nem nos familiares mais próximos, o que é preocupante e assustador).

Bem, não importa. Ia dizendo, então, que fui ao Bolhão, o que implica inventar espaço no frigorífico ao chegar a casa. Ficou atestadíssimo, o que se agravou de tarde, quando fiz um bolo com calda de chantilly e morangos que também precisou de frio. Por isso, hoje tive mesmo de desbastar os 500 mil tupperwares (mentira, tupperwares mesmo só tenho 4! (acabo de me aperceber que não sei do paradeiro do maior!). Ora fiz, portanto, uma receita de APROVEITAMENTOS!
Numa assadeira untada com Vaqueiro líquida (e utilizando o truque da Soraia de espalhar com pincel de silicone ;)), dispus em camadas arroz branco cozido, ovo cozido às rodelas e grelos salteados em azeite. Por cima, umas sobras de peixe-espada, tamboril e ainda ½ alheira de bacalhau (esta não foi comprada a uma “senhora de confiança”, mas sim na Makro...). A rematar, 2 ovos batidos com mistura de três queijos ralados. Forno e miammm!


Um bom domingo para todas!

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Lascas de bacalhau em azeite com batatinhas novas


Meninas, como vão? Pelo que vos conheço, dir-me-iam que vai tudo bem ;)

Tenho feito algumas vezes esta receita. As fotografias ficaram uma decepção, mas cá vai na mesma.

Enquanto as batatinhas novas assam em forno bem quente, com casca, envolvidas em azeite temperado com sal, pimenta branca, mostarda com grãos e folhas de louro esmigalhadas, o bacalhau é feito assim: devidamente demolhado e em lascas, é fervido numa boa porção de azeite, sem água, e com vários dentes de alho picado (o bacalhau quer alho, que havemos de fazer?), mais louro, pimenta e coentros moídos. E ferve, ferve, ferve em lume brando, enquanto as batatas assam. Já quase pronto, costumo colocar por cima, para cozer meio a vapor, brócolos ou pimentos, que foram os contemplados desta vez.

E, por falar em louro, vou agora regar o meu loureiro da varanda (sim, a minha varanda é muito bem frequentada!), que tem estado uma secura atroz por estas bandas!

terça-feira, 25 de maio de 2010

Bolo de iogurte e laranja com chantilly


Buon giorno!
Este bolo está de apetite, como diria uma personagem do Eça de Queiroz.

A facilidade do costume: é bater 6 gemas de ovos com 2 chávenas de açúcar + sumo de 1 laranja + 2 chávenas de farinha + 1 colher de chá de fermento + 1 iogurte + 1/2 chávena de óleo + 6 claras em castelo. Coze em 40 minutos a 175 ºC e, quando estiver frio, cobre-se com chantilly, que fiz batendo vigorosamente 1 pacote de natas com 1/2 chávena de açúcar e um pouco de sumo de limão. Para ficar fresquinho e o chantilly não derreter, frigorífico com ele.


Ficou um bocadinho piroso, é certo, mas está (sim, ainda há 2 fatias!) muito bom!