terça-feira, 28 de setembro de 2010

Pastéis de camarão de forno


Adivinhem quem fez um cocó fabuloso no caixote! Eu??? Não!!! A gatita! Já estava a ficar desesperada, porque aquela porki só fazia nas camas e em mantas. Tem sido um rodopio para a máquina de lavar que nem vos passa, de modo que agora fiquei mesmo contente. Estive quase para fotografá-la...


Mudando radicalmente de assunto, o que fiz num dia destes foram estes pastéis de camarão. Piquei camarão descascado, alourei-o em margarina com alho picado, cobri com água e vinho branco, temperei com sal e pimenta branca, e deixei cozer. Cozido e apurado, juntei farinha, como para rissóis, suficiente para formar um molho espesso. Depois de arrefecer um pouco, deitei em formas forradas com estas bases geniais (embora demasiado finas para rissóis, que era o que eu pretendia fazer sem trabalhinho nenhum...).




Forno quente até ficarem bem douradinhos!

sábado, 25 de setembro de 2010

Espetadas de vieiras, courgette e pimento vermelho


É lugar-comum: a vida, muitas vezes, é simples como estas espetadas, nós é que complicamos. Nós, não, os outros. Eu acho que não complico. Pensarão os outros também assim?


Chouriço cheio, passemos à espetada. Esta é feita, alternando no espeto vieiras com pedaços de courgette e pimento vermelho, que envolvi antes numa mistura de azeite, mostarda com grãos, sal, pimenta e sumo de limão. Numa assadeira untada com azeite, assim foram ao forno, no tabuleiro superior, até ficarem como que grelhadas. Mim gostar!



Com alho-francês e as sobras de pimento e courgette que não consegui espetar (contra a parede), fiz um arroz de legumes.


sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Tarte de papaia



Esta tarte ficou muito boa e com consistência de queijada. 6 ovos inteiros, bem batidos com 1 chávena de açúcar, 1 lata de polpa de papaia (em cubos, sem a calda) e 1 chávena de Maisena.


Cozida sobre uma base de massa folhada, em forno a 200 ºC até ficar bem dourada, durante uns 40-45 minutos.



Um bom dia de trabalho!

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Espera-marido de queijo, nozes e um pingo de mel


Em casa dos meus pais, havia apenas três livros de cozinha, que praticamente só eram folheados por mim. Um deles, que já mostrei aqui (qual Nigella, qual Olivier!), tinha uma receita com este título inspirador, “espera-marido”, tão inspirador que me bastava o título, nunca atentei na receita. Nem agora.

Esperei-o assim: pãezinhos fofos sem tampa, retirada com uma faca, amolgados para dentro com os dedos (lavadinhos!), forrados com uma fatia de queijo, guarnecidos com nozes, cobertos com um pingo de mel e mais queijo. Ah, e uma pitada de orégãos!



Forno quente até derreter o queijo e alourar o pão.

E vocês, como o esperam? E o que esperam?